4º campeonato · Anel
A(o)mar
Ela não era de ninguém, sabia disso. Embora fosse calada o suficiente para quebrar alianças, colocou o anel em um potinho e o arremessou ao mar com medo de que alguém encontrasse o motivo de sua liberdade e a quisesse conter no meio dos dedos.
O que lhe restou foram as suas cicatrizes, que já não eram mais visíveis em sua carne, e o coração que lhe batia no ventre.